Nós somos o Flamengo!

Caro rubro-negro,

Estamos na reta final do Brasileirão! Agora, não importa o que cada um acha da diretoria ou dos jogadores. Se você acredita que time grande não é rebaixado ou se está morrendo de medo. A pergunta que precisamos fazer é: você acredita na força da torcida do Flamengo?

Chegou o momento da torcida! Aliás, já começou neste domingo numa linda festa em Goiás. Precisamos continuar em nossa casa. Você realmente acha que a maior torcida do mundo faz a diferença?

Você acha que uma torcida é capaz de transmitir brio e vontade aos jogadores? Que o calor de uma Nação é capaz de incendiar um time em campo? Que a energia positiva gerada por quem está vibrando nas arquibancadas é capaz de transformar um atleta mediano em herói?

Se você acredita na torcida do Flamengo, você não irá ligar para a apatia de alguns do time, pois saberá que, com a torcida comparecendo, ninguém ficará indiferente. Se você acredita que a torcida faz a diferença, não ficará preocupado com gols perdidos ou bobeadas da defesa, afinal saberá que da arquibancada virá a força para que o time se recupere. Se você acredita na força da torcida rubro-negra, não temerá nenhum adversário ou ficará se lamentando por termos determinados jogadores, uma vez que será a nossa fé que fará o milagre do manto acontecer.

Acreditar que a torcida pode mudar a história não é ser utópico ou sonhador. É ser Flamengo! É conhecer a força da Nação Rubro-Negra. É saber que podemos entrar em campo com milhares de jogadores a mais. Por que iríamos abrir mão de tamanha vantagem? Vamos utilizá-la!

Podemos ficar reclamando do treinador, dos jogadores ou dos dirigentes. Ou deixar isto tudo de lado e comparecer ao estádio para, pelo menos, fazermos a nossa parte. Podemos nos lamentar por pontos perdidos ou ajudar o time a conquistar os que ainda estão em jogo. O que você prefere? Vamos fazer história mais uma vez? O Flamengo está precisando de nós. Com muitos de nós ele poderá contar! E contigo?

Não importa a má fase, não desistiremos jamais do Flamengo! Por isto, nesta quarta, estaremos no Engenhão! Por isso voltaremos ao Engenhão domingo! E iremos quantas vezes faça falta até o Flamengo cumprir o seu triste objetivo desse ano: os 45 pontos.

Afinal nosso sangue é rubro-negro!
Nós somos a alma desse time!
Nós somos o Flamengo!

Acima de Tudo Rubro-Negro
Fla Manolos
Flamengo, Aspirinas e Urubus
Flamengo Com Orgulho
Flamengonet
FMAF Live
Igreja Flamengo
Magia Rubro-negra
Pedrada Rubro-Negra
Saudações Rubro-Negras
Sempre Flamengo
Tua Glória é Lutar

PS: Dois setores já se esgotaram e mais de 22 mil ingressos foram vendidos. Vai ficar de fora dessa festa?

SERVIÇO
Jogo: Flamengo x Atlético-MG
Data: 26/09/2012 (quarta-feira)
Horário: 22h
Local: Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão)

> Preços
Setor Leste Inferior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Oeste Superior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Oeste Inferior: R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setor Norte (Atlético-MG): R$ 20 / R$ 10 (meia)
Setores Esgotados: Sul e Leste Superior
> Postos de venda
Clube de Regatas do Flamengo: Avenida Borges de Medeiros, 997 – Gávea
São Cristovão (Campo): Rua Figueira de Melo, 200 – São Cristóvão
Tijuca Tênis Clube – Rua Conde de Bonfim, nº 451;
Rua São João, Número 75 Loja: 37 – (Shopping Popular – Niterói) Não haverá venda no Domingo
Clube Bonsucesso – Avenida Teixeira de Castro 54 – Bonsucesso
Estádio Olímpico João Havelange (Engenhão)
Bangu A.C. – Rua Sul América 950 – Bangu
www.ingressofacil.com.br

Só se for pelo Flamengo!

Ilustração: Gustavo Berocan

Ilustração: Gustavo Berocan

No post anterior gastei milhares de caracteres para no fim falar de um milagre. É obvio que eu tinha comido chocolate demais, estava empolgado com aqueles filminhos de Moisés e caí na besteira de usar esta palavra. Mas meu amigo Marcelo tem razão. Quem espera milagre é botafoguense. Diga não a Botafoguização do Flamengo. O rubro negro não espera, vai atrás, luta e consegue. E não adianta aparecer no twitter depois que tudo foi à merda e dizer: eu já sabia. Grande coisa, pode se dar um PHD em Sport Betting in Chaothic Environment. Quando presidente, diretoria, técnico e alguns jogadores são péssimos adivinhar um mau resultado não tem o menor mérito. É uma porcaria depender de outros e o time do Flamengo está nessa situação porque por várias vezes não esteve à altura da história do clube. Não teve ambição em Lanús quando começou ganhando e deixou empatar. Não teve categoria nem gás para pôr o Olímpia na roda no empate do Engenhão. Não teve raça nem um técnico com QI positivo quando perdeu para o Olímpia o Emelec fora de casa.

Ora, amigos. Esta noite o Flamengo só tem um resultado que lhe classifica. Vitória em casa e empate entre Olímpia e Emelec. Sinceramente, se o Flamengo não for capaz de ganhar em casa é melhor nem seguir na Libertadores. E até onde eu sei o jogo entre Olímpia e Emelc começa empatado e até que acabe um empate não é um resultado de outro mundo. Não é nada extraordinário, até porque o Olímpia já tomou uma surra em casa e porque o Emelec (graças à generosidade do Flamengo) ainda pode se classificar e jogará pra valer. O que pode ser pra nós a melhor definição do inferno? Ver um empate entre esses dois times ao mesmo tempo que o Flamengo é incapaz de conseguir uma vitória em casa diante do Lanús.

Por isso já acordei pensando na nossa história, cheia de grandes feitos e gente como Valido, Rondineli, Lico, Junior e tantos outros que derramaram sangue rubro negro por nossas vitórias. Voltando às presepadas de analogia religiosa… (Valha me Deus, presepada vem de presépio?) se existe uma Santíssima Trindade no Flamengo acredito que seja Zizinho (Pai) Zico (Filho) e Dida (Espírito Santo). Pois um vez esses figuras sagradas falaram entre si sobre um tema: raça. Zizinho era então treinador do Bangu e teria dado a Zico um conselho que anteriormente teria dado a Dida: essa galera gosta que a gente corra.

Esse é o espírito rubro negro por excelência. Não deixar de acreditar no poder das próprias pernas jamais. Por isso a idéia de torcer por outros times para conseguir uma classificação nos parece insuportável. O rubro negro não foge à luta nem com quarenta graus de febre, nem com os joelhos fudidos, nem com o supercílio aberto, nem com uma costela ou mandíbula quebrada. Flamengo até morrer, tá lembrado? E esse grande Dida que serviu de inspiração ao Zico curiosamente não tinha o menor interesse em ser jogador profissional. Sair da  sua Maceió natal pra quê? Pois ele tinha uma coisa bem clara na sua cabeça, esse sacrifício ele só faria com uma condição. Só se for pelo Flamengo. Por isso não pedimos milagre. Só queremos uma mudança de atitude e um treinador menos covarde.

Eu ja tinha feito uma playlist cornetando o nosso camisa dez. Parece que surtiu efeito, ele até marcou contra o Vasco. Agora escute essa playlist que fiz para você, rubro negro. Dez canções, em homenagem ao camisa dez Dida, sucessor de Zizinho e ídolo do Galinho. Essas canções além de serem infinitamente melhores que essas melodias mamonas que imperam nos estádios atualmente, são verdadeiros manuais de torcedor do Flamengo. “Um rubro negro ganhe ou não ganhe deve manter a devoção”. “Eu não perco nenhum jogo, seja de noite ou de dia”. “Pode chover, pode o sol me queimar, eu vou lá pra ver a Charanga do Jairo tocar”. “Se ganhar ou se perder sou doente meu irmão”. “Meu clube quando apanha: podia ser pior? Mas quando ele ganha: Mengo é o maior!”. “Flamengo, és uma religião que ensina o cidadão a amar o meu Brasil”, “Flamengo, tua glória é lutar”, “Se perde o Flamengo não queimo a bandeira, não rasgo a carteira porque sei perder, continuo a ser Flamengo, ser Flamengo é que dá pé”, “O time joga com raça, joga certo e não rebola”, “Flamengo até morrer eu sou.”

São mandamentos rubro negros tão contundentes que vários oportunistas, torcedores de outros times (como o vascaino Jamelão) cantaram as glórias do Flamengo para garantir seu êxito cerrto. Agora, escute e imagine a época das cancçõs, o primeiro tri na Gávea, o segundo tri no Maracanã recém inaugurado e as incontáveis maravilhas que saíam dos pés de Dida. Foram estas maravilhas que encantaram o menino Arhur de Antunes, que um dia aprenderia que glórias são conseguidas derramando sangue e suor. A nós, rubro negros, só nos resta acreditar. Não em milagres, mas no Flamengo. Quem for Flamengo me acompanhe.

Bacalhau à moda Rubro Negra

 

Sou ateu, graças a Deus, mas confesso que gosto das fábulas da páscoa. A do cara que é crucificado e ressuscita, a do amigo-da-onça que trai o cara com um beijo maldito por trinta dinheiros, o daquele povo perdido em busca da terra prometida, a do velhote da táboa com idéias polêmicas que atravessa o mar vermelho a pé… Deve ser culpa das sessões da tarde e da mistura psicoestimulante de chocolate com aqueles efeitos especiais tão maneiros. E vocês, vão me dizer que não vibram cada vez que o velho Moisés abre o mar em dois?!?

Pois minhas aulas de religião serviram para alguma coisa foi para saber que todos essas fábulas falam da mesma coisa. Conforme a própria origem da palavra páscoa são histórias de transformação, de superação, de sacrifício e de passagem. Histórias de gente que rala e consegue o impossível. Pergunta pro tal coelho que conseguiu botar um ovo de chocolate.

Não é difícil usar esses mitos milenares e universais pra fazer analogias. Se Deus existisse seria a Patrícia Amorim: não tem a menor idéia do que está fazendo, manda menos que o Diabo e ainda é capaz de mandar o próprio filho para cruz se o coitado for mais famoso e amado do que ela. O Judas sem dúvida seria o Ronaldinho, aquele que se vendeu por trinta dinheiros e que esteve presente na ressurreição do crucificado Deivid. E o velhote Moisés? Acho que é o Joel mas nossa ida à terra prometida (as oitavas da Libertadores) parece mesmo precisar de um milagre.

O primeiro milagre Joel já fez. Ele conseguiu dividir o Mar Vermelho e Preto em dois. Os que no sábado de aleluia torciam pelo Flamengo e os que torciam contra, com a esperança de com a derrota as mudanças se farão mais urgentes. Ora, amigos rubro negros, é nessas horas apocalípticas que devemos estar unidos e ter coragem. Isso mesmo, coragem. Na língua oficial da Libertadores da América, un par de huevos. E na língua do Rondineli catalão, Carles Puyol, um par de pebrots (pimentões). Ovos ou pimentões são portanto ingredientes impescindíveis das , aquelas que acontecem exatamente quando tudo parece estar perdido.

Por isso é um pecado desperdiçá-los. Jamais o faça, irmão rubro negro. Jogar um ovo, símbolo da vida, para agredir a nossos soldados só pode ferir a alma da nossa enorme Família Urubu. Ainda mais quando tem tanto rubro negro esfomeado por aí. (Vagner Love, deixa de ser fominha!) Esse ovo podia estar alimentando o grito de mais um rubro negro, e empurrando o time a mais uma vitória impossível. E são essas vitórias as que reúnem as famílias para comer bacalhau num domingo qualquer como o da Páscoa.

Por isso eu criei uma receita especial para a família rubro negra, feita com bacalhau destroçado. Em homenagem ao nosso rival Vasco, sempre de molho, pronto para o consumo. É uma receita típica catalã adaptada ao gosto rubro negro. Além de serem a terra do F. C. Barcelona, a Catalunya tem uma culinária especializada em fazer grandes maravilhas com o uso minimalista de seus ingredientes mediterrâneos. Nada muito diferente, nem muito elaborado, mas tudo delicioso. Que sirva de inspiração para o gourmet Joel Santana, especialista em macarrão com salsicha. Que mantenha fechada a boca do vomitivo Zé (Marín) das Medalhas, nem que seja por alguns minutos, afinal saber cozinhar deveria ser motivo de orgulho para todos os homens e mulheres. E que sirva para a Nação se purificar, se unir e repor as energias para o desafio de quinta-feira.

Se você não acredita no time, está de saco cheio com a diretoria, com a nossa presidenta, vá ao estádio. Sim, vá ao estádio por mim, que estou a mais de 9 mil quilômetros do meu Mengão. Sim, vá ao estádio pela Nação Rubro Negra. Afinal seus irmãos rubro negros sofrem os mesmos flagelos que você nesse momento e estão loucos para cantar ao teu lado. E que Zico todo poderoso nos traga mais um delicioso milagre.
Bon profit, Nació Vermella i Negra!

Rir pra não chorar…

Nessa má fase, o ódio está me consumindo. O que já praguejei de gente essa semana não está no gibi. Se minha praga fosse eficiente, Patrícia Amorim, Joel, Ronaldinho e companhia estariam em outro plano espiritual. Sorte deles é que nem para isso presto.
Queria postar algo legal para esse Flamengo e Vasco, mas não sei fazer oba-oba, muito menos poesia. Para amenizar e tentar relaxar um pouco, lembrarei de um jogo “esquecível” do ano de 2003. Era aniversário de 53 anos do Maracanã e a torcida do Vasco estava em maior número. Os dois times estavamem péssima fase, mas o Flamengo havia acabado de perder a Copa do Brasil para o Cruzeiro. Nada de muito legal, porém o jogo foi recheado de cenas engraçadas. Vale à pena dar uma conferida no vídeo, pois além de dar boas risadas, talvez venha deixá-los menos revoltados.

Hoje o cenário é mais ou menos o mesmo. Torcida do Vasco mais animada e a do Flamengo desmotivada. Mas a gente já sabe quem sempre sorri por último.

Flamengo 2 x 1 Vasco
15 de junho de 2003 – Campeonato Brasileiro
Estádio do Maracanã
Público: 13.920
Árbitro: Jorge Rabello
Flamengo: Diego, Luciano Baiano, Fernando, André Bahia, Cássio, Fabinho, Jônatas, Fabiano Eller, Igor (Ibson), Zé Carlos, Jean(Vinícius Pacheco). Técnico: Nelsinho Batista.
Vasco: Márcio, Russo (Claudemir), Wescley, Wellington Paulo,Wellington Monteiro, Da Silva, Rodrigo Souto (Morais), Marcelinho Carioca, Souza (Ely Thadeu), Cadu, Marques. Técnico:Antônio Lopes
Gols: Cadu aos 9, Zé Carlos aos 12 do 1º tempo e  Cassio aos 43 do 2º tempo.

Já fomos azarões contra o Volta Redonda

Tínhamos um time tenebroso no ano de 2005. Para se ter uma idéia, estreamos no Estadual perdendo para o Olaria por três a zero em pleno Maracanã. Pior ainda, foi terminar na lanterna do seu grupo no primeiro turno. Após essa pífia participação no início da competição, o time se classificou aos trancos e barrancos para a semifinal do segundo turno. Nosso adversário era o Volta Redonda, surpresa do campeonato. O time liderado pelo fanfarrão Túlio Maravilha já havia ganho a Taça Guanabara e tentava repetir o feito na Taça Rio. Chegava como favorito àquela semifinal contra Flamengo.
O Estádio estava lotado, logicamente de flamenguistas. Assisti a esse e muitos jogos naquele ano na geral do Maracanã. Torcida estava tensa, clima de decisão exalando, e a pressão estava todo sobre o time rubro-negro. Abandonar o campeonato naquele instante seria um vexame histórico.
Como era ruim aquele time comandado por Cuca! Pra se ter uma noção, o craque do time era o Renato Canelada. Tínhamos perebas em todos os setores do campo: Diego, Rodrigo Arroz, Júnior, Adrianinho, Fellype Gabriel, Caio, Alessandro, Dimba… Desculpe escrever esses palavrões todos, mas também me envergonho disso.

Partida transcorria nervosa, dramática, jogadores com os nervos a flor da pele. Torcedores ansiosos roíam as poucas unhas que restaram das mãos, tendo em vista que esse foi seu cardápio principal durante o certame. Tudo levava a crer que o jogo iria para os pênaltis. Foi quando aconteceu o lance que decidiu a partida. Jogada de Caio (xodó de Cuca e odiado pela torcida) na entrada da área e falta marcada, quer dizer pênalti. Foi, não foi, pênalti, falta… sei lá, só sei que agora tínhamos a chance da vitória nos pés do volante Júnior. Bola na cal e cobrança perfeita no alto. Delírio no estádio e escapamos de pagar aquele mico… Classificação no peito, na raça e na marra. 
Como foi boa aquela vitória, quer dizer, foi horrível… pois, dias depois na final da Taça Rio, fomos humilhados pelo Fluminense que não desperdiçou a chance de sapecar nossos pernas-de-pau com um 4×1 inapelável. Lógico que só pensei nisso após a tragédia, pois também fui um dos milhares de rubro-negros presentes naquele jogo. Achei que bastava o peso da camisa para vencermos o campeonato. Acreditei no milagre de João Paulo II, morto dias antes… mas ele, apesar de ter posado com a bandeira rubro-negra um dia, sempre foi tricolor. Ou simplesmente não conseguiu o milagre de fazer aquela cambada de pereba jogar bola.

Flamengo 1 x 0 Volta Redonda
28 de março de 2005 –Campeonato Carioca
Estádio doMaracanã – Rio de Janeiro
Público: 52.550
 pagantes
Árbitro: José Alexandre Barbosa Lima
Flamengo: Diego;Ricardo Lopes, Thiago e Rodrigo; Jônatas, Júnior, Adrianinho, Fellype Gabriel(Caio) e Renato; Emerson (Róbson) e Alessandro (Dimba). Técnico: Cuca
Volta Redonda: Lugão; Schneider (Fábio), Aílson, Alemão e Maciel;Jonílson, Mário César, Adriano (Wennedy), Gláuber; Humberto (Léo Guerra) eTúlio Técnico: Dário Lourenço
Gol: Júnior, aos35min do segundo tempo

Que os granates estejam certos

O Lanús não é um time qualquer. O excelente artigo de JozaNovalis no Futebol Portenho bem o demonstra, e não sei se Joel conhece algo doque está no texto. No final da semana passada assisti à goleada dos granates sobre o San Lorenzo e aliestavam os meias que municiam atacantes velozes. Frio na espinha ao imaginarWelinton saindo para o combate em uma ensandecida e cantante La Fortaleza.
O Flamengo não sabe quem é o Lanús e será apresentado aorolar da bola.
Eles sabem quem somos nós. Schurrer mandou um observador aoEngenhão no jogo contra o Potosí e havia espiões no treino de hoje. Além disso,o volante el Polaco Matías Fritzler trata o Flamengo como nós gostaríamos queo próprio Flamengo se tratasse: “O Flamengo é o maior time do Brasil e tem a maior torcida do mundo”.
Eis o fato: o Lanús se preparou para enfrentar o Flamengocomo se estivéssemos no auge, como se R10 ainda fosse o assombro do Camp Nou,como se houvéssemos nos preparado para a Libertadores como deve se preparar umtime da grandeza do Flamengo.
O Lanús espera amanhã um Flamengo à altura da históriarubro-negra.
Queira São Judas Tadeu que eles estejam certos.

♪ Vai começar a festa ♫

Alegria, Alegria!

Dia de felicidade e empolgação! Mengão em seu primeiro jogo da Libertadores e estréia do Acima de Tudo Rubro Negro!

Não consigo conter minha alegria e meu sorriso debochado! Mas pensam que foi fácil chegar até aqui? Não chegamos a um acordo tão facilmente! E criar este blog foi uma novela!
Com sabedoria, parceria e amor ao Flamengo conseguimos conciliar o que cada um tinha de melhor para formarmos o nosso time! Temos o mesmo objetivo, e a mesma paixão!
Acreditamos no potencial de cada um, que jogando na posição correta, vai dar samba!
Quisera eu que o FLAMENGO fosse meu blog… Formado por pessoas que aqui estão pelo amor ao manto!
Porém em meio a “Crises”, “novelas”, ou seja lá que nome atribuírem, estamos em dia de estréia, e meus jogadores estão lá no alto, pra enfrentar o Real Potosi, na raça! E meu papel de torcedora e integrante da maior nação do mundo é apoiar, e impulsionar meu time! Temos representantes Rubro Negros por lá, e aproveitando que o jogo será nas alturas, convoquei por email São Judas Tadeu. Que poderá assistir ao espetáculo da varanda do céu!
Não estou me eximindo do papel de cobrar e exigir do meu clube mais transparência, mais atitude, e mudanças para um Flamengo melhor! Mas as insatisfações não podem dar lugar ao distanciamento e a falta de apoio.
É factível mudanças, mas isso depende de todo um trabalho de quem está na gestão. Vivemos hoje inversão de papeis na diretoria. Se cada um se limitasse a executar bem sua função, no final teríamos uma direção forte. Mas é preciso resgatar valores!
Paralelo a isso, temos o Carioca acontecendo, e uma estréia importante. Ano de Libertadores. E eu acredito na minha equipe. Com garra, determinação e com o décimo segundo jogador em campo, somos capazes de mudar esse rótulo de novela mexicana que não nos cai bem. Somos a Nação que apóia, que chega junto, e que na alegria ou na tristeza não abandona o barco!
Vamos vestir o manto e mostrar mais uma vez que a torcida Rubro Negra é a nação que faz a terra girar! Sempre fazendo a diferença!
Sejam Bem vindos! O blog é para você, torcedor, corneta, foca, Amélia, tem para todo gosto!
E muitas novidades vêm por aí!

Cella

@MarcellinhaRJ
#NadaImportaSemOFlamengo

 
Visite noso Blog, deixe seu comentário em qualquer um post até o dia 30/01, diga o que achou do blog no Twitter, acompanhado da TAG #BlogAcimaDeTudoRubroNegro e concorra a um livro: 1981 – o Primeiro ano do resto de nossas vidas – de Mauricio Neves.

¡cómo me alegras la vida!

Lá vai oFlamengo, dividido em dois: um nas alturas dos morros bolivianos, em busca defôlego para encarar o Potosí próximo ao céu; outro no Carioquinha com garotos embusca de um lugar ao sol. Para nós é uma coisa só, chamada Flamengo, em buscade uma coisa só: a paz perdida.
Ontem tevejogo-treino no estádio Patria, em Sucre, contra o Universitario – La U para osbolivianos. Uma multidão foi ao estádio para comprovar o que todos sabemos: o Flamengopoderia fazer fortuna explorando R10 e não consegue nem os trocados que seganha estampado a camisa. Vinte e cinco mil pessoas pagaram como ingresso umquilo de alimento não perecível em benefício do Hogar de Niños Tata San Juan deDios.
R10 e el Patria lotado para o treino em Sucre: quanto vale um astro?
Em campo,aconteceu o esperado: o Flamengo perdido em seus passos incertos e sem tempo debola viu um adversário limitado levar perigo. Experiência inédita para todosnós, foi possível acompanhar os lances de um jogo-treino pela Rádio Encuentrode Sucre, cujo narrador empregava à transmissão um entusiasmo de final de Copado Mundo.
Impulsionadopelo ar que mal chegava aos pulmões rubro-negros, La U quase marcou com ErickMelgar, que chutou rente ao travessão. - ¡Un zapatazo que se perdió!, pirou onarrador. Depois, Marcelo Gomes, Luis Liendo e Boris Alfaro estiveram pormarcar, mas não passaram por Felipe. Nada que diminuísse a empolgação donarrador-torcedor: ¡Cómo me alegras la vida, La U! 
Findo oprimeiro tempo de 45 minutos, o Flamengo voltou modificado para etapa final de25 minutos, com Muralha e Negueba nos lugares de Airton e Deivid. Melhorou um tantoe Leonardo Moura serviu a bola para Renato Abreu fuzilar aos 9 minutos: Fla1x0. La U pressionou, ¡Madre de Dios!, dizia o narrador, e nada de gol. Acaboumesmo com o resultado que será uma benção se repetido contra o Potosí.
Daqui apouco, Flamengo x Bonsuça no Engenhão.

Universitario0x1 Flamengo
20 dejaneiro de 2012 – Jogo-treino
EstádioPatria – Sucre
Flamengo:Felipe, Léo Moura, Welinton, David Braz e Júnior César; Airton (Muralha),Willians, Luiz Antônio e Renato Abreu; Ronaldinho Gaúcho e Deivid (Negueba).Técnico: Vanderlei Luxemburgo
Universitario:Marcelo Robledo, Oscar Añez, Marcos Barrera, Jefferson Lopes e Leonel Morales;Ronald Gallegos, Erick Melgar, Luis Liendo e Freddy Chispas; Marcelo Gomes e BorisAlfaro. Técnico: Eduardo Villegas
Gol: RenatoAbreu aos 9 do 2º tempo.