Um de nós

Quando garoto, você parecia um veterano. Entrou na fogueira, mandou dois petardos contra o América e comemorou como se não coubesse no Manto Sagrado. Aos saltos, braços loucos, berro rouco. Logo vimos que você era um de nós. Campeão carioca em 1974.

Sua vasta cabeleira dos anos 70 não era Black Power.

Era Red and Black Power.

Quando Rondinelli marcou o gol no dia 3 de dezembro de 1978, você correu para abraçá-lo com o abraço que era de cada um de nós.

Um de nós, Júnior. Você sempre foi um de nós.

E veio o tricampeonato, o campeonato brasileiro de 1980 e o primeiro ano de resto de nossas vidas, 1981. Você estava lá. Campeão de tudo.

No dia em que conquistamos o pentacampeonato da Taça Guanabara, em um lance que já estava parado, uma bola chutada de longe ia entrando em nossa meta e você saiu correndo como se estivesse salvando uma vida, e para não deixar a meta ser vazada mesmo com o jogo parado, deu um tapa na bola. Aqui não, violão. Comemoramos como se fosse gol porque você era isso, Júnior. Um de nós.

E mais taças, no Brasil, lá fora, onde houvesse taças para conquistar. Aí Zico foi embora, e no primeiro jogo após a saída Dele, você fez um gol de falta como se dissesse a cada um de nós: o Flamengo continua.

Você foi embora. E voltou. E disse: só saí de férias, agora voltei para casa.

Beijou o Manto Sagrado e professou: essa é minha segunda pele.

Ganhou a Copa do Brasil e o campeonato carioca com um gol que matou o Fluminense e chorou quando seu filho entrou no gramado e disse: – Pai, nós somos campeões.

Não parecia haver mais nada, Júnior. Mas veio o pentacampeonato contra o Botafogo e você foi o Maestro.

Quando veterano, você parecia um garoto. Fez os gols e comemorou como se não coubesse no Manto Sagrado. Aos saltos, braços loucos, berro rouco. Pentacampeão do Brasil

Obrigado por tudo, Júnior. Acima de tudo, por ter sido um de nós.

Feliz aniversário, Maestro.

Renato Abreu defende Joel Santana: triste retrato dos posseiros do Flamengo

Não há palavras para descrever o absurdo que é Joel Santana ser treinador do Flamengo em 2012. Nenhum time do primeiro escalão que se pretenda sério pode ser liderado por um profissional obsoleto. É mais absurdo se o time for o Flamengo, clube para o qual Joel Santana devia ser persona non grata desde 2008.

Joel Santana tem lugar em times pequenos, em comerciais que o ridicularizem e no passado, quando os estaduais tinham alguma importância. Só.

Como era de se prever, Joel Santana expôs o Flamengo outra vez ao ridículo. A entregada vergonhosa para o Olimpia e a eliminação na Libertadores, um período de 28 dias de treinamento jogado no lixo e um time patético no campeonato brasileiro.

E no meio do caos, surge outro personagem de ópera bufa: Renato Abreu. Ex-jogador em atividade, apelidado pelos torcedores nas redes sociais de Canelada, Renato sequer acerta os chutes de sua primeira passagem pelo Flamengo. É uma inutilidade em campo.

Renato devia ficar quieto. Aproveitar o dinheiro que recebe ou louvar os atrasos de salário que futuramente cobrará com juros generosos. Percebe salários para fazer algo que não é capaz: jogar futebol de primeiro nível. Mas não. Renato falou.

A um, falou que todos os times querem um camisa dez, mas que o Flamengo tem jogadores (sim, no plural), que podem fazer essa função, “só que de um jeito diferente”. Bota diferente nisso: perdendo a bola, errando passes e recuando até a posição que menos lhe evidencia a falta de aptidão, a de volante. De um jeito diferente, diz Renato. Causa-me náuseas.

Não contente, Renato Canelada Jeito Diferente Abreu saiu em defesa de Joel Santana. É o atestado definitivo de que o Flamengo foi tomado por posseiros. Renatos e Joéis. Dirigentes lamentáveis. Gente que quer fazer o Flamengo de 2012 entrar para a história.

Só que de um jeito diferente. Indo para a segunda divisão.

Transparência

Uma leitura e várias reflexões. Parei para analisar a forma com que as informações são veiculadas nos dias de hoje, e me deparei com um número gigante de informações desconexas, sem base, por puro e simples oportunismo. Bem vindo a era onde qualquer lixo pode ser jogado na rede, e o pior, absorvido por muitos que fazem daquilo verdade absoluta.
Naturalmente que noticias oriundas de sites que possuem credibilidade tem seu valor, não obstante posso perceber que tal credibilidade tem sido questionável quando o assunto é : eleições no Flamengo.

Aliás, eleição, em qualquer âmbito é um assunto que gera polemicas. A informação quando mal utilizada é prejudicial. Pois supõe-se que quem propaga a noticia está isenta de opinião pessoal.
Existe uma linha tênue que separa a publicação de uma noticia tal e qual aconteceu, e sua opinião sobre a mesma.
Entretanto o que mais nos deparamos por aí são noticias de cunho pessoal sendo divulgadas indiscriminadamente como verdades. Qual base foi utilizada para saber se tal candidato tem mais aceitação que outro? Foi realizada alguma pesquisa entre os sócios da entidade? Aliás, eu gostaria de saber qual o percentual de aceitação de nossa atual mandatária? Alguém já propôs a realizar tal pesquisa? Existe profissional capacitado para tal?

Reproduzir suas opiniões de maneira a atingir a massa, pois parte dela não tem conhecimento profundo sobre o assunto, é usar de má fé para angariar apoio, e colocar na vitrine de maneira desonesta aquele o qual estamos apoiando.
Quando se fala de Flamengo tudo toma maiores proporções, já que falamos de uma nação, com os mais variados níveis sociais e intelecto-cultural. Por isso se faz cada vez mais necessária a idoneidade para expor opiniões.

Apesar de o trabalho do candidato estar voltado para quem vota, já que quem vota decide o futuro do clube, temos por trás disso tudo uma imensa torcida que participa ativamente da rotina Rubro Negra. Tenhamos mais seriedade em tratar qualquer assunto, principalmente político, pois estamos falando dos interesses de milhões de pessoas.
O fato é que precisamos trabalhar para que culturalmente a torcida entenda a importância de se associar. E poder mudar a paroquial realidade política existente dentro da gávea.
Enquanto isso vamos valorizar o que é verdade. Conhecer o que cada candidato tem de melhor a proporcionar ao Flamengo. A transparência é fator fundamental para que a relação seja honesta.
Infelizmente não tenho coluna em sites grandiosos para propagar minha opinião. Mas tenho conhecimento no que falo, e respeito a capacidade de entendimento de cada pessoa, e desta forma não estabeleço como única verdade o que penso sobre cada candidato, apenas defendo o que vejo de melhor naquele que eu apoio.

“A primeira vítima, da guerra, é a verdade”.

(Hiram Johnson, 1917, senador republicano e ex-governador da Califórnia (1866-1945)

Depreciar os demais para tornar-se evidente, não é qualidade, é medo.
É o que tem para hoje.

Marcella Miranda.
#NadaImportaSemOFlamengo

Tergiversar (de novo)

Evidenciar erros tornou-se uma constante dentro do Rubro Negro. Falta de ética, profissionalismo, conduta e princípios.
Todo mundo cheio de caveiras escondidas, e fazendo da entidade palanque para se colocar na vitrine. Se ao menos fosse de forma positiva seria aceitável, a questão é que uma sucessão de erros deprecia a cada dia o gigante Rubro Negro.
Iniciamos uma era, onde torcedores saíram das arquibancadas, perderam suas identidades, e tornaram-se peças do jogo eleitoreiro de cartolas e seus protegidos. O numero de incapazes dentro do clube generalizou a incompetência. Não conseguimos crer na veracidade de qualquer informação publicada. Naturalmente porque antes que o clube se pronuncie oficialmente, passamos pelo momento de divulgação oficiosa, que nos leva a debates, julgamentos e desgastes desnecessários, colocando torcedores no papel de “ultimo a saber,” e a imprensa atuando sem fatos consistentes, gerando nossas intermináveis crises.
Como crer que um roubo dentro da sede do clube seja verdade, se em paralelo surgem apuradores que deturpam a verdade dos fatos? Se tivéssemos uma área de comunicação que se antecipasse e atuasse com transparência ou até mesmo profissionais especializados em gerenciamento de crise – sim, isso existe, a relação torcedor x clube seria mais fiel, e menos reativa. Deixamos de curtir o Flamengo, desaprendemos a torcer. A cada dia que passa, o estádio vazio não mostra a identidade rubro negra de ser.
Acho impensável que um clube da grandeza do Flamengo não consiga se organizar e ter o mínimo de capacidade para tocar questões jurídicas, financeiras e de relacionamento. A marca Flamengo vem sendo usurpada pela gestão de nossa mandatária. Não consigo valorar minha dedicação, meu amor pelo Flamengo. Alguém consegue? Evidente que isso não preocupa a quem está lá hoje. Porque eu, você, e grande parte dessa nação ficamos atados, não temos poderes para mudar, não obstante podemos de forma prudente e embasada compartilhar nosso ponto de vista, nossas opiniões, para que seja possível atingir a quem possa modificar o cenário que temos hoje. Apoiar novas idéias, conhecer propostas. Sugerir, pois creio que quem quer mudar o flamengo, está disposto a ouvir a voz da nação. Ofensas, reclamações e frases soltas não vão adjudicar, se perdem e não agregam.
O mais precioso patrimônio do clube somos nós, torcedores, que não temos a noção da força que temos.
Tudo que vejo hoje como proposta é muito simples, basta implementar. Mudanças são factíveis. Mas é preciso de um primeiro passo. Sem promessas bonitas, apenas com o mesmo objetivo que o nosso: resgatar o Flamengo das mãos da triste realidade política que se instaurou na Gávea, fazendo de cada diretoria seu pedaço de terra onde o diretor manda e atua de acordo com seus interesses pessoais e não em prol do coletivo.
É preciso mudar, esta é minha única certeza, e enquanto isso não é tangível, vamos conhecer quem quer mudar, e expor o que esperamos dentro do nosso Rubro Negro.
Vamos crer que a mudança de cultura, dando novamente oportunidade aos nossos garotos, não é apenas um ato desesperado de um técnico que se perdeu, e sim uma oportunidade de nos mantermos fortes. De inovar. Mas não nos deixemos ludibriar com gritos de gol que porventura nos proporcionem. Porque enquanto a mudança não for lá ao topo da pirâmide, a decadência será nosso destino. E isso não combina com a nação, somos o movimento que faz a terra girar, a maior nação do mundo. Isso não seria compreensível para simples torcedores, mas não para nós.
Mudar simplesmente a forma de gerir, e não nossa forma de torcer. Vamos resgatar o rubro negro que existe dentro de cada um de nós. Curtir o Flamengo como ele merece. Tão simples quanto isso. E quanto ao último jogo, foi o último jogo. Eu quero é mais!

Marcella Miranda – @MarcellinhaRJ
#NadaImportaSemOFlamengo

Vestiu Rubro-Negro Não Tem Pra Ninguém: Lico

Quando o Flamengo pisou o gramado do maior estádio do mundo no dia 8 de novembro de 1981, todos ficaram surpresos com a presença daquele jogador de pernas compridas e passo cadenciado. Era Lico, em sua primeira aparição como titular rubro-negro no Maracanã, com a camisa 11 habitualmente vestida por Baroninho. Lico havia passado discretamente pela Gávea no ano anterior, comprado ao Joinville, mesmo time para o qual foi emprestado como forma de quitar parte de seu passe. Voltou ao Rio discretamente após o campeonato brasileiro de 1981 e havia sido utilizado poucas vezes, sempre no segundo tempo, até ganhar a titularidade contra o Botafogo, artimanha concebida por Carpegiani na véspera.

Mais surpreendente foi vê-lo pela ponta direita, com Tita deslocado para a esquerda. E o Flamengou goleou por 6×0 com Lico tocando, driblando, tabelando e fazendo gol como se o Flamengo estivesse esperando por ele para se tornar campeão de tudo. Lico mora atualmente em Imbituba, sua terra natal, onde coordena uma escolinha de futebol. Contrariado com o desempenho do Flamengo diante do Internacional (“Às vezes nós até jogávamos mal, mas nunca com apatia, ninguém pode ser apático defendendo o Flamengo”), o camisa 11 campeão do mundo respondeu a 5 perguntas do ACIMA DE TUDO RUBRONEGRO.

ADTRN: Lico, a primeira pergunta foi feita por nosso entrevistado anterior, Zico, que disse o seguinte: “Gostaria de saber do Lico em qual posição no futebol ele gostava de jogar e se sentia melhor, e aproveito para enviar um grande abraço para ele e toda a família.”

Lico: É uma honra ser entrevistado para falar do Flamengo, ainda mais com uma pergunta feita pelo Zico. Um abraço para ele e para toda a família também. Eu joguei em todas as posições do meio para a frente, e no Flamengo joguei mais como falso ponta-esquerda, fechando o quadrado no meio de campo. Mas antes de ir para o Flamengo, eum jogava na meia-direita pelo Joinville, com a camisa 8. No primeiro dia de Gávea, o time principal estava na Europa e o Zico estava no Brasil, voltando de uma contusão. Eu joguei um coletivo contra os juniores, na meia direita, e o Zico na meia esquerda. Nunca haviámos jogado juntos, mas o entrosamento foi imediato e Zico me elogiou muito. Mais tarde, quando fui titular, a meia direita era do Adilio e eu fui para a ponta, mas também com a missão de fechar o meio. Então é isso, a minha posição preferida era a meia direita, ainda mais se fosse ao lado do Zico. Mas naquele Flamengo, qualquer posição servia, só tinha craque e era fácil jogar.

ADTRN: Você teve participação direta no segundo gol em Tóquio. Como foi aquele lance?

Lico: Tem uma coisa curiosa nesse gol. Era uma falta frontal, e o Zico costumava cobrar por cima da barreira. Mas o piso em Tóquio era muito duro, e mesmo sem combinar, achei que ele podia cobrar rasteiro para dificultar o goleiro e me preparei para o rebote. Depois do jogo o Zico disse que pensou mesmo isso, em chutar para a bola quicar antes do goleiro. Foi o que aconteceu, o goleiro deu rebote, até foi um rebote curto, mas eu estava em cima do lance. Toquei na bola de leve, achando que o goleiro não ia se recuperar, mas ele esticou o braço e bateu na bola. Eu ia voltar no lance mas vi o Adilio chegando e aí só tirei o corpo e assisti o gol de camarote. Eu sempre prestei atenção nos rebotes, e há pouco tempo, em um jogo do Fla Master em Joinville, o Nunes bateu uma falta e mesmo com meu joelho estourado eu cheguei em cima e marquei o gol.

ADTRN: Hoje você trabalha com formação de jogadores. Como você vê a base do Flamengo?

Lico: Bom, estou longe e não sei os detalhes, mas acho que os garotos da base deviam ser preparados não para se tornarem jogadores de futebol, mas jogadores do Flamengo, o que é muito diferente. Não adianta só ter bola, a camisa do Flamengo pesa. Então eles deviam esquecer um pouco os carrões, as festas, e se dedicarem a entrar para a história do Flamengo. O resto vem naturalmente, porque quem vence com a camisa do Flamengo, vence qualquer desafio. E também devem ser lembrados sempre que o futebol é um jogo coletivo, o importante é o time vencer. Uma vitória vale mais do que qualquer firula.

ADTRN: Você foi campeão de tudo pelo Flamengo. Mesmo com tantas vitórias, há alguma derrota que, se pudesse, você voltaria no tempo para evitá-la?

Lico: Pode até parecer ingratidão diante de tudo o que conquistamos, mas há sim. Se eu pudesse, mudaria o resultado do jogo contra o Peñarol pela Libertadores de 1982 no Maracanã. Precisávamos da vitória para ir à final. Jogamos muito bem, criamos várias chances de gol, dominamos o jogo todo, mas a bola não entrou. Em uma única escapada, o Peñarol teve uma falta e o Jair, que jogou no Inter, acertou o ângulo. A torcida reconheceu nosso esforço e aplaudiu, foi bonito, mas não engolimos aquela derrota. Tenho certeza que nós iríamos para o bicampeonato mundial se passássemos ali. Ficamos abatidos. Nós sentíamos a derrota tanto quanto os torcedores. Não sei se hoje é assim. Se eu pudesse mudar um resultado na minha vida, seria aquele.

ADTRN: Lico, nós agradecemos o seu carinho. Foi uma prazer entrevistá-lo. E assim como o Zico deixou uma pergunta para você, por favor, faça uma pergunta para um ex-jogador do Flamengo.

Lico: Eu que agradeço e deixo um abraço para todos os torcedores rubro-negros. A minha pergunta é para um dos jogadores mais completos que vi atuar e que, além de ser um jogador extra-série, era um camarada que estava sempre de alto astral, de bem com a vida. Estou falando do Leandro. Ele se consagrou como lateral, mais tarde jogou como zagueiro, mas quando eu não pude jogar a final da Libertadores, o Carpegiani puxou o Leandro para o meio e ele foi simplesmente perfeito. A pergunta é parecida com a que o Zico fez pra mim. Leandro, se você fosse jogar no futebol de hoje, jogaria em qual posição? Um grande abraço!

Aplicativo RubroNegro para o seu smartphone

Quem é Flamengo me acompanhe… APP RubroNegro. Para Iphone e Android. Com os últimos posts do Blog, vídeos históricos, músicas rubro-negras, notícias e muito mais.

Esse aplicativo é inteiramente GRÁTIS. Está em fase de testes e gostaríamos de saber a tua opinião. Se você tem alguma crítica ou sugestão por favor escreva para gente!

Saudações Rubro-Negras!

Cenas dos próximos capítulos

Patrícia Amorim e Ronaldinho antes do conturbado romance acabar Foto: Vipcomm

É possível encontrar erros ou culpados para o enredo Rubro Negro da semana? Naturalmente entraremos na era de caça as bruxas, com muitos acusados muita fala e pouca ação.O que posso concluir é que tal ocorrido mais parece algo já premeditado. Articulado para acontecer no momento oportuno.

E aconteceu. Mas podemos atribuir essa responsabilidade ao jogador? Você trabalha sem receber?Se no âmbito do processo inicial de contrato do jogador foi estabelecido um valor fora da esfera financeira do clube, não cabe ao jogador a responsabilidade de não cobrar pelo que foi acordado. E sim à entidade de se resguardar e readequar seus modelos de trabalho e contratação.

R10 nada mais foi que uma tentativa frustrada de criar um novo ídolo pós episódio Bruno. Porém criar a imagem de um ídolo depende de uma série de postura do departamento de publicidade e imagem do clube, o qual sabemos que não funciona. Criou-se uma expectativa em cima de um jogador e atribuíram a ele a responsabilidade de fomentar a receita rubro Negra. Mas pelo que consta em contrato, sua atividade se limita dentro das quatro linhas. E isso não podemos contestar que ele vez de maneira plausível , não sendo possível jogar por 11.

A desorganização e falta de comando reflete dentro de campo. O mau comportamento contamina. A falta de punição dissemina o estrelismo e por este caminho nos expõe à decadência.Não parto em defesa ao jogador, mas não atribuo a ele toda culpa. É como dentro de qualquer organização.

O bom funcionário é reconhecido, o funcionário sem comando não leva a sério e o mau funcionário é demitido. Em uma instituição séria, medidas legais já teriam sido tomadas a partir do momento em que o desrespeito e falta de entrega comprometesse o resultado do coletivo. Não obstante, nossa “agremiação” oferece subsídios para ser condenada. Inversão do ônus da prova.

Enquanto estiver no comando de tudo, a mandatária sem sal, sem respeito e sem amor a entidade,a tendência é vivermos de páginas de fofoca.Se ela entendesse de fato o sentido da frase: O flamengo é maior que tudo. Talvez sentisse vergonha do mal que fez ao Rubro Negro. Mas ao contrário disso, ela se aproveita de forma leviana e oportunista. No saldo final os maiores impactados somos nós, torcedores. E pra quem ficará essa divida?

Só nos resta esperar.

Marcellinha Miranda – @MarcellinhaRJ
#NadaImportaSemOFlamengo

Wallpaper ADTRubroNegro para celular

Galera,

Deixo aqui de presente esse wallpaper para celular. Foi desenhado por um rubro-negro que sabe a grandeza que tem o Flamengo. Desenhado em homenagem ao centenário do Flamengo e qos 30 anos do Mundial Interclubes. Desenhado com a resolução do Iphone 4s. Para você exercitar diariamente o seu orgulho de ser rubro-negro.

Saudações RubroNegras!

Wallpaper do Flamengo para celular

Fala Nação Rubro-Negra!,

Agora o ADTRN vai enfeitar o teu celular com esse wallpaper exclusivo. Desenhado para você que é ACIMA DE TUDO RUBRO-NEGRO. Você continua louco pelo Flamengo? Então clique na imagem e salve no teu celular. Em breve teremos mais novidades para smartphones… Aguarde!

Saudações RubroNegras!